Encerramento de CNPJ


Encerramento de CNPJ: Saiba como fechar uma empresa da forma correta

A quarentena avança e o Brasil já soma mais de 600 mil micro e pequenas empresas fechadas pela pandemia. Neste momento já tão conturbado, é preciso estar atento ao processo de encerramento do CNPJ para evitar problemas no futuro, como multas e continuidade da cobrança de impostos.

Se o fechamento é a decisão e o único caminho, o empreendedor precisa se certificar que o encerramento ocorreu em todos os órgãos para não ser pego de surpresa.

Um dos grandes obstáculos para a baixa de uma empresa são as dívidas fiscais e a falta de entrega de obrigações acessórias, e esses obstáculos às vezes induzem os empreendedores a deixarem a empresa inativa sem o suporte de um profissional contábil que garanta o cumprimento das obrigações legais, contribuindo com o crescimento do problema e aumento da dívida fiscal.

Em caso de sociedade, os sócios devem assinar uma ata de encerramento do negócio e, em seguida, formalizar o chamado Distrato Social.Este último deve explicar porque a sociedade foi desfeita e como será a divisão dos bens da empresa entre os sócios, quem será o responsável por ser o guardião dos livros e documentos fiscais e contábeis.

Empresas sem sociedade não precisam cumprir esta etapa.

Depois de fazer o registro do ato de baixa no cartório ou Junta, é preciso solicitar o encerramento também na Receita Federal, na Secretaria da Fazenda (caso a empresa tenha inscrição estadual), na prefeitura e na Previdência Social. E, sendo a empresa cadastrada em sindicato da categoria e tendo sua atividade regulamentada por um conselho de classe, também é preciso solicitar o fechamento nessas entidades. Como garantia, a dica é pedir as certidões e os protocolos de encerramento como medida de segurança jurídica e fiscal.

Além disso, é importante saber que, normalmente, se a empresa possui algum débito com a Receita Federal, será necessário regularizá-lo. Ao encerrar as atividades, esse valor pendente pode até ser lançado para o CPF dos sócios.

No caso de débito com as prefeituras, é preciso fechar um acordo com um órgão municipal ou estadual antes de fazer o encerramento da empresa. Entre todas essas etapas, considero a mais importante – uma vez que quase sempre é esquecida – entregar de uma Declaração de Encerramento de Atividades, que é como se fosse um inventário de uma empresa. Não apresentar este documento pode acarretar em uma multa de R$ 500, que fica como débito pendente atrelado ao CPF dos sócios.

Há de se ressaltar que os sócios têm responsabilidade fiscal e legal pela empresa por até dois anos após o fechamento da empresa ou saída da sociedade, para casos de ação fiscal, reclamação ou cobrança. Não seguir todos esses passos pode ter consequências negativas para o empreendedor. Por isso, contar com a orientação de um profissional experiente pode poupar tempo e complicação. Por isso, é fundamental fazer um planejamento acompanhado de contadores especializados e reunir toda a documentação possível para garantir o encerramento correto das atividades.

Fonte: IRTD9J Brasil

Aposta na força feminina: 72% de colaboradores são mulheres

Quando Vanilda Ferreira de Miranda decidiu assumir a liderança como sócia na Aserco na década de 90, não imaginava que o lado feminino ia ganhar tanta força na empresa.

Hoje, dos colaboradores, a maioria é de mulheres e muitas delas estão na empresa há mais de dez anos. Para Vanilda, esse número é uma coincidência, já para quem trabalha na empresa é motivo de orgulho e realização profissional. Como é para assistente contábil Marlene Gonçalves Vieira, de 62 anos, sendo 34 deles dedicados à Aserco.

“Eu fui contratada quando estava grávida do meu filho caçula e isso me traz uma emoção muito forte até os dias de hoje”, contou. Marlene Vieira lembra que chegou a recusar o trabalho quando soube da gravidez. “Mas, o Hugo [fundador] foi atrás de mim e aqui estou até hoje”, revelou Marlene que já se aposentou há oito anos, mas não pensa em deixar o trabalho.

Quem também se sente feliz em fazer parte do ambiente feminino é a gestora do departamento de Imposto de Renda, Joana Darc Vaz Rodrigues, 50 anos. Ela completou 32 anos de empresa e começou como auxiliar até assumir a liderança. “O mercado de trabalho para nós melhorou muito nos últimos anos, mas ainda precisa crescer mais. Gosto de dizer que aqui [na Aserco] a liderança feminina está enraizada na cultura. Nos sentimos confortáveis com isso”, afirmou.

Contratada aos 18 anos, Rosimeyre Oliveira do Reis completou 31 anos de empresa. “O ambiente nos dá oportunidade de crescer e nos desenvolver sempre sem contar que somos respeitadas e valorizadas pela nossa capacidade de entrega. Esses são os principais motivos de permanecer por mais de três décadas na empresa”, disse.

Há 17 anos no Departamento de Pessoal, Maria Rineuda Gouveia da Cunha, de 47 anos, assumiu a liderança há cinco. No setor, segundo ela, são 15 pessoas e todas elas são mulheres. “Felizmente, somos maioria. Também temos algo que é superimportante para trabalhar na área que é ser multifuncional. Nisso somos campeãs”, concluiu sorrindo.

A origem do nome Aserco

A amizade firmada no respeito e na proximidade de servir com responsabilidade faz parte da essência de criação e do relacionamento da Aserco com os seus clientes. O nome para a empresa não poderia ter nascido de forma diferente. Foi pensado há 50 anos para representar o projeto de Hugo Pires de Miranda e originou de uma conversa entre os amigos Hugo e Odilon Ferreira Resende.

Odilon conta que o nome surgiu após uma longa conversa com Hugo sobre o que ele pensava sobre a empresa que estava criando. “Perguntei o que esperava do futuro e ele me disse que queria que o negócio crescesse muito”.

Odilon Ferreira Resende

A partir dessa conversa, Odilon logo percebeu que o grande diferencial do negócio que Hugo estava montando é que seria mais amplo do que o das empresas tradicionais. Por isso, sugeriu que ele estava criando uma Assessoria de Serviços Contábeis.

 “Quando escrevi no papel esse nome, juntei as letras e sugeri que fosse Aserco e que a marca fosse um abraço a outro de forma cuidadosa e ele aceitou. Deu certo e a empresa cresceu, virando o que virou hoje”, afirma.

Hugo Pires de Miranda – Conheça um pouco da história do Fundador da Aserco

Hugo Pires de Miranda (1942-1988), fundador da Aserco.

Hugo Pires de Miranda nasceu em uma fazenda que ficava em Romaria, na época conhecida por Água Suja, mas foi registrado em Monte Carmelo. O mais velho, dos três filhos do casal Palmério Pires de Miranda e Denilza Borges de Miranda, já falecidos.

A única irmã viva, Cleusa Maria Vasconcelos, hoje com 70 anos, conta que desde a infância o fundador da Aserco sofreu com problemas de saúde e só teve o diagnóstico de hemofilia, doença genética que impossibilita a coagulação do sangue, quando já estava rapaz.

Cleusa lembra que isso nunca foi um fator limitador para ele. “A nossa mãe vivia em função do Hugo. Nós tínhamos uma vida muito humilde. Nosso pai ficava na fazenda e a mamãe vendia bolo e balas de coco na cidade para ajudar em casa e nos medicamentos dele”, revela.

As lamparinas e a veia empreendedora

Foi observando a atividade da mãe que Hugo começou seu primeiro negócio. Ao vê-la guardar as garrafinhas de leite de coco, após produzir as balas, decidiu usá-las para fazer lamparinas. Ele usava tudo que encontrava em casa para produzi-las.

À direita, um exemplar da lamparina criada por Hugo.

“Ninguém segurava o Hugo. Ele tinha uma força de vontade impressionante”, relembra Cleusa. O primo, Dremeval Alves do Nascimento, 71 anos, lembra-se bem dessa fase de Hugo. “Ele sempre foi objetivo e sabia o que queria. Essas lamparinas eram à base de querosene. Ele fazia e entregava para a gente vender. Naquela época a energia elétrica não era acessível como é hoje”.

Inquieto, segundo Cleusa, Hugo abriu uma lanchonete perto de onde morava aos 18 anos e vendia coalhada síria, pão de queijo, bolos e café. Logo em seguida conheceu Vanilda e um ano depois, eles se casaram. “Morávamos próximos e nos conhecemos em um casamento na fazenda. Foi amor à primeira vista”.

O casamento, São Paulo e a volta a Uberlândia

Logo depois do casamento Hugo foi a São Paulo trabalhar com o cunhado. Mas as expectativas não foram atendidas e ele voltou para Uberlândia. Em 1972 começou a trabalhar como contador na A Constrular, empresa que marcou época na revenda de materiais de construção em Uberlândia, negócio criado pelo tio Ivaldo Alves do Nascimento e quem, segundo Dremeval, deu todo o apoio para que Hugo se desenvolvesse.

“Nós fizemos faculdade e formamos juntos. O Hugo trabalhou conosco durante 15 anos e depois abriu o próprio escritório. Nós sabíamos que ele ia construir um grande negócio porque sempre foi autêntico, dedicado e objetivo.”

Ao olhar para tudo que Hugo construiu, o legado que deixou, Dremeval se emociona e revela que o segredo dele era a vontade de viver. “Não tinha tempo ruim com ele. Mesmo debilitado, tinha uma garra admirável e a Vanilda sempre foi uma ótima companheira. Esteve sempre ali para apoiar e ajudar”.

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Hugo P. de Miranda

A Aserco (Assessoria e Serviços Contábeis) foi fundada em 1970 por Hugo Pires de Miranda. Revezando entre o trabalho de contador da Constrular, o último ano da faculdade de Ciências Econômicas da Universidade de Uberlândia (UnU) e a família, Hugo arrumou tempo para criar e se dedicar à Aserco, registrada inicialmente com o seu nome como razão social. Para auxiliar, chamou o cunhado, Valdemar Ferreira Moraes, irmão mais novo de Vanilda, sua esposa.

Cerca de dois anos depois, Hugo e Vanilda construíram a casa própria na rua paralela onde tudo começou, na época chamada Goiatuba e hoje, Rua Ivaldo Alves do Nascimento. Na parte da frente, fizeram um cômodo maior para receber o novo escritório, ganhando mais espaço, à medida que aumentava a carteira de clientes. Quatro anos depois de criada, a Aserco já atendia uma média de 30 empresas e pessoas físicas.

Os irmãos Valdemar e Vanilda deram continuidade ao projeto de assessoria contábil proposta por Hugo

Em 13 de fevereiro de 1978, foi iniciada a obra do atual escritório, destinado exclusivamente para os trabalhos da Aserco e que, anos mais tarde, passou de 400 m² para 1000 m². Hugo trabalhou uma década na nova sede, antes de falecer em decorrência de uma complicação devido à hemofilia. Os primeiros clientes da empresa foram o Depósito de Carroceria São Cristovão (já extinto) e o Armazém Ponto X, cujos familiares continuam até hoje com a Aserco.

Equipe atual da Aserco

Hoje, a empresa conta com aproximadamente 800 clientes e 74 funcionários. E ao completar 50 anos em 2020 reforça o compromisso de atender com qualidade, tecnologia e assessorar de perto todos os seus clientes.

Aserco inicia comemorações de 50 anos como anfitriã do 52º Encontro GBrasil

Evento, que acontece semestral, foi realizado em Uberlândia e contou com visita à sede da Aserco.

Nos dias 28 e 29 de novembro a Aserco teve a honra de sediar o 52º Encontro GBrasil (Grupo Brasil de Empresas de Contabilidade), em Uberlândia. O evento reuniu representantes de contabilidade de todos os estados e teve como tema principal o marketing na área contábil com foco na Jornada do Cliente e na Proteção de Dados baseado na LGPD.

Estiveram presentes Roberto Dias Duarte, Débora Domicano, Newton Motaes, João Rodrigues, Thiago Cardoso, grandes nomes do mercado que discursaram para os representantes das 38 empresas de contabilidade que fazem parte da aliança.

Foram dias de aprendizado com foco no cliente, marketing e segurança de dados. Além das palestras e discussões, os congressistas visitaram as instalações da Aserco e puderam conhecer um pouco do trabalho desenvolvido pela empresa e as ferramentas utilizadas.

O evento marca a abertura das comemorações da Aserco por seus 50 anos de fundação e atuação no mercado de assessoria contábil, festividade que se estenderá por todo o ano de 2020.

O próximo encontro do GBrasil acontece no próximo ano em Salvador. Confira alguns momentos do encontro em Uberlândia no nosso #Facebook.